Geólogo garantiu que não houve abalos sísmicos na região
Amine Silvares
Os desmoronamentos causados pelas chuvas do último dia 12 provaram que Nova Friburgo não está preparada para lidar com complicações climáticas. Por toda a cidade, o que se vê é uma imensa destruição, com lama, lixo e vegetação espalhados por todos os lados. Técnicos do Departamento Estadual de Serviços Geológicos estão na cidade dando apoio à Defesa Civil, ajudando a identificar as zonas de risco iminente que mais oferecem perigos aos trabalhadores e moradores. Em entrevista, o diretor de geologia do Departamento de Recursos Minerais do Rio de Janeiro (DRM-RJ), Francisco Dourado, afirmou que ainda há muitos pontos preocupantes em quase todos os bairros.
O geólogo declarou que, em Nova Friburgo, “todas as áreas aqui estão em algum nível de risco. Em algumas áreas, a concentração das ocorrências são maiores”. Dentre os bairros mais afetados, Córrego D’Antas, Campo do Coelho e Alto do Floresta em que as áreas afetadas foram em maior quantidade e tamanho.
Em relação aos boatos sobre abalos sísmicos, Francisco negou veementemente que o fenômeno tenha acontecido na cidade. Ele garantiu que há diversos centros no Brasil que fazem registro do movimento das placas tectônicas e que não houve registro de terremotos na região serrana. O geólogo explicou que “é como se eu segurasse um saco de 50kg de cimento e você fosse surda. Se ele caísse no chão, você sentiria o tremor. Imagine se fossem dez mil sacos de cimento de 50kg caindo ao mesmo tempo. Mesmo que não se ouça o barulho, o tremor é sentido em uma distância muito maior”.
Amine Silvares
Os desmoronamentos causados pelas chuvas do último dia 12 provaram que Nova Friburgo não está preparada para lidar com complicações climáticas. Por toda a cidade, o que se vê é uma imensa destruição, com lama, lixo e vegetação espalhados por todos os lados. Técnicos do Departamento Estadual de Serviços Geológicos estão na cidade dando apoio à Defesa Civil, ajudando a identificar as zonas de risco iminente que mais oferecem perigos aos trabalhadores e moradores. Em entrevista, o diretor de geologia do Departamento de Recursos Minerais do Rio de Janeiro (DRM-RJ), Francisco Dourado, afirmou que ainda há muitos pontos preocupantes em quase todos os bairros.
O geólogo declarou que, em Nova Friburgo, “todas as áreas aqui estão em algum nível de risco. Em algumas áreas, a concentração das ocorrências são maiores”. Dentre os bairros mais afetados, Córrego D’Antas, Campo do Coelho e Alto do Floresta em que as áreas afetadas foram em maior quantidade e tamanho.
Em relação aos boatos sobre abalos sísmicos, Francisco negou veementemente que o fenômeno tenha acontecido na cidade. Ele garantiu que há diversos centros no Brasil que fazem registro do movimento das placas tectônicas e que não houve registro de terremotos na região serrana. O geólogo explicou que “é como se eu segurasse um saco de 50kg de cimento e você fosse surda. Se ele caísse no chão, você sentiria o tremor. Imagine se fossem dez mil sacos de cimento de 50kg caindo ao mesmo tempo. Mesmo que não se ouça o barulho, o tremor é sentido em uma distância muito maior”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário