O Governo do Estado do Rio de Janeiro, através do Departamento
de Recursos Minerais (DRM-RJ) emitiu laudo de vistoria técnica emergencial
sobre a situação do morro onde se situa o teleférico. O laudo atualiza, com
base na vistoria de campo e sobrevôo de helicóptero, realizados no dia 25 de
agosto passado, as análises preliminares do risco a escorregamentos na área
do teleférico, realizadas em janeiro deste ano, e as informações verbais
repassadas ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea), em Nova Friburgo,
durante a elaboração do seu laudo técnico, em resposta à solicitação do
Ministério Público, datado de abril de 2011.
ANÁLISE E DIAGNÓSTICO DOS ESCORREGAMENTOS - O morro onde se
situa o teleférico mostra várias cicatrizes de escorregamentos. Duas delas
dizem respeito a corridas de solo ao longo dos canais de drenagem, as
denominadas “línguas” no sentido da Praça do Suspiro e do Colégio Anchieta.
Outras cicatrizes estão relacionadas a deslizamentos planares em taludes
escavados, a jusante das vias de acesso, com destaque para aquela a montante
da clínica oftalmológica (Rua Sylvio Henrique Braune), que é uma reativação
de um deslizamento ocorrido em janeiro de 2007.
O laudo do DRM-RJ cita textualmente: “Trata-se de movimento de
massa muito próximos e semelhantes, mas que não se juntam, não formam
crateras e não têm uma superfície de ruptura profunda ou única, ou seja, são
processos individuais que exibem riscos individuais e exigem soluções também
individuais. Não há, portanto, uma área de risco ampla, que se estenda da
Praça do Suspiro até o Colégio Anchieta, passando pela faculdade de
odontologia”.
Uma das conclusões parciais do laudo, assinado pelo geólogo
Cláudio Amaral, diretor de geologia do DRM-RJ, resume: “não há um novo
escorregamento ou cratera sob a área do teleférico”. Cita ainda que as áreas
de risco devam permanecer interditadas até a completa execução de obras de
estabilização e que todos os projetos de estabilização executados pelos
entes públicos e particulares devam ser analisados em conjunto pela
Prefeitura de Nova Friburgo.
O QUE É – O DRM-RJ é uma autarquia criada pelo governo estadual
em 1975. Em 1999 passou a ser vinculado à Secretaria de Estado de Energia,
da Indústria Naval e do Petróleo (Seinpe), o que veio trazer-lhe a
reintegração à sua tradição de agência fomentadora do desenvolvimento da
atividade mineral ambientalmente sustentável, além de novas atribuições na
área do petróleo. Faz parte de uma secretaria criada para orientar, fomentar
e viabilizar o desenvolvimento de setores básicos da economia fluminense.
A estrutura organizacional do DRM-RJ, após passar por amplo
processo de discussão interna e nos diversos níveis do governo, veio
substituir ao anterior, de 1994, adequando-o às novas atribuições adquiridas
ao longo do tempo e modernizando seu organograma. A diretoria de mineração
(DMIN) passou a incorporar as atribuições da área de fiscalização e
desenvolvimento, aperfeiçoando a atuação do DRM-RJ como agência estadual de
mineração, e a diretoria de geologia (DGEO) passou a tratar das questões de
geologia básica, hidrologia e projetos de meio ambiente, fazendo com que
atue como serviço geológico estadual.
A nova estrutura está organizada em oito coordenadorias, que
refletem as novas atribuições da instituição, incluindo a hidrologia, dada a
atribuição de controlar a utilização das águas subterrâneas no estado; e
economia mineral e do petróleo, que incorpora o setor petróleo na estrutura
da organização e geoinformação, que introduz os conceitos mais atuais de
geração de informações georreferenciadas
de Recursos Minerais (DRM-RJ) emitiu laudo de vistoria técnica emergencial
sobre a situação do morro onde se situa o teleférico. O laudo atualiza, com
base na vistoria de campo e sobrevôo de helicóptero, realizados no dia 25 de
agosto passado, as análises preliminares do risco a escorregamentos na área
do teleférico, realizadas em janeiro deste ano, e as informações verbais
repassadas ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea), em Nova Friburgo,
durante a elaboração do seu laudo técnico, em resposta à solicitação do
Ministério Público, datado de abril de 2011.
ANÁLISE E DIAGNÓSTICO DOS ESCORREGAMENTOS - O morro onde se
situa o teleférico mostra várias cicatrizes de escorregamentos. Duas delas
dizem respeito a corridas de solo ao longo dos canais de drenagem, as
denominadas “línguas” no sentido da Praça do Suspiro e do Colégio Anchieta.
Outras cicatrizes estão relacionadas a deslizamentos planares em taludes
escavados, a jusante das vias de acesso, com destaque para aquela a montante
da clínica oftalmológica (Rua Sylvio Henrique Braune), que é uma reativação
de um deslizamento ocorrido em janeiro de 2007.
O laudo do DRM-RJ cita textualmente: “Trata-se de movimento de
massa muito próximos e semelhantes, mas que não se juntam, não formam
crateras e não têm uma superfície de ruptura profunda ou única, ou seja, são
processos individuais que exibem riscos individuais e exigem soluções também
individuais. Não há, portanto, uma área de risco ampla, que se estenda da
Praça do Suspiro até o Colégio Anchieta, passando pela faculdade de
odontologia”.
Uma das conclusões parciais do laudo, assinado pelo geólogo
Cláudio Amaral, diretor de geologia do DRM-RJ, resume: “não há um novo
escorregamento ou cratera sob a área do teleférico”. Cita ainda que as áreas
de risco devam permanecer interditadas até a completa execução de obras de
estabilização e que todos os projetos de estabilização executados pelos
entes públicos e particulares devam ser analisados em conjunto pela
Prefeitura de Nova Friburgo.
O QUE É – O DRM-RJ é uma autarquia criada pelo governo estadual
em 1975. Em 1999 passou a ser vinculado à Secretaria de Estado de Energia,
da Indústria Naval e do Petróleo (Seinpe), o que veio trazer-lhe a
reintegração à sua tradição de agência fomentadora do desenvolvimento da
atividade mineral ambientalmente sustentável, além de novas atribuições na
área do petróleo. Faz parte de uma secretaria criada para orientar, fomentar
e viabilizar o desenvolvimento de setores básicos da economia fluminense.
A estrutura organizacional do DRM-RJ, após passar por amplo
processo de discussão interna e nos diversos níveis do governo, veio
substituir ao anterior, de 1994, adequando-o às novas atribuições adquiridas
ao longo do tempo e modernizando seu organograma. A diretoria de mineração
(DMIN) passou a incorporar as atribuições da área de fiscalização e
desenvolvimento, aperfeiçoando a atuação do DRM-RJ como agência estadual de
mineração, e a diretoria de geologia (DGEO) passou a tratar das questões de
geologia básica, hidrologia e projetos de meio ambiente, fazendo com que
atue como serviço geológico estadual.
A nova estrutura está organizada em oito coordenadorias, que
refletem as novas atribuições da instituição, incluindo a hidrologia, dada a
atribuição de controlar a utilização das águas subterrâneas no estado; e
economia mineral e do petróleo, que incorpora o setor petróleo na estrutura
da organização e geoinformação, que introduz os conceitos mais atuais de
geração de informações georreferenciadas
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OPINIÇÃO DO MANCHETE DA HORA
OPINIÇÃO DO MANCHETE DA HORA
Há um ditado muuitopopular que diz que a primeira impressão é que fica. Depois de ter sido divulgado um laudo super criterioso e detalhado apontando toda aquela área como perigo iminente, agora divulgam outro desmentindo tudo.
Quem está falando a verdade? Se este laudo que saiu hoje é verídico, porque não foi publicado há mais tempo e permitiram a divulgação, inclusive bem ampla, de um laudo que apavorou toda população? Será que mais uma vez a verdade está sendo omitida?
Por isso, elaboramos uma enquete que já está no ar e pedimos seu voto. Dê a sua opinião
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