19 de setembro de 2011

NÃO DOS BANQUEIROS É UM SIM PARA A GREVE - PARTE FINAL

Para valorizar seu movimento grevista que pode ser deflagrado a qualquer momento, os bancários distribuiram cartazes com uma série de justificativas que somente a eles serve como desculpa, para um movimento que não deveria acontecer. Afinal os bancários fazem greve todo ano. Podem ser considerada como a classe que mais entrem em greve no país.

No citado cartaz eles dizem: " que os banqueiros lucraram R$ 27,4 bilhões no primeiro semestre de 2011, não valorizam seus funcionários, conquistam lucros recordes de 120% ao ano e não respeitam os clientes". E eles respeitam?

Não somos contra os direitos de qualquer classe social reivindicar melhores salários e condições de trabalho, mas somos contra qualquer movimento grevista no que se refere a serviços essenciais e já dissemos isso duas vezes.

Aliás, é imprescindível que o Governo Federal encontre urgentemente uma fórmula de solucionar as questões salariais de bombeiros, policiais, bancários, médicos, enfermeiros, coveiros, motoristas e cobradores de ônibus, serventuários da justiça e outras categorias.

Os bancários dizem também que a Fenabam insiste em rejeitar as reivindicações da categoria e neste ano já ocorreram cinco rodadas de negoaciações sem propostas.

Enfim, o próximo dia 20 será fundamental para as negociações, caso contrário no dia seguinte quando amanhecer o dia, o Brasil já verá bancos fechados.

A categoria diz que a greve é a última forma de protesto dos trabalhadores, mas eles deveriam pensar melhor, pois trabalhadores de outras categorias, dão muito mais o seu suor, são bem mais mau remunerados, às vezes não recebem benefícios como hora extra, insalubridade, adicional noturno e não fazem greve.

Eles querem 12,5% de reajuste salarial e melhorias na segurança, atendimento, redução das tarifas e juros. E as outras categorias que não tiveram esse percentual, exemplo: os jornalistas que só tiveram 7% .

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