No país do faz de conta os Correios entram em greve; bancários ficam mais de 40 dias em regime de greve; serventuários da justiça param; policiais militares também; e mais uma infinidade de trabalhadores. Até aí, tudo normal, todos tem direito de reivindicar melhores condições de trabalho e salário, se não fizessem parte do hall de serviços essenciais para o povo, que não tem nada com isso.
O Governador de um Estado humilha e manda prender uma classe que salva vidas,como os bombeiros, é exemplo para a comundidade e se esconde para não ser vaiado.
Os escândalos políticos são parte integrante do cotidiano do Palácio do Planalto. Em pouco mais de 9 meses de governo, cinco ministros já deixaram sua pasta.
As obras de cinco aeroportos dentre as doze cidades que vão sediar a Copa do Mundo de 2014, ainda nem começaram e apresentam riscos para a organização do evento.
Os jornalistas não precisam de diploma, os políticos não são presos porque tem imunidade parlamentar, torcedores picham muros de clubes, pintam a cara e derrubam treinador de futebol.
O presidente da entidade que comanda o futebol é acusado de envolvimento com falcatruas mas continua no poder, porque a lei só funciona para ladrões de galinha.
O jogador de futebol semi analfabeto,com todas as mordomias possíveis e imagináveis, trabalha uma ou duas vezes por semana ganha R$ 1, 2 milhão, um trabalhador braçal que trabalha das 8 às 18, com uma hora de almoço, pai de quartro filhos, para aluguel, R$ 560.00
A impunidade campeia dia a dia em todos os rincões. Uma juiza é assassinada, os autores são presos e escondidos, não mostram a cara, mas um homicida sem dinheiro e proteção é mostrado para toda imprensa.
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