Trânsito será fechado para obras em ponte no início da serra
Marcello Medeiros
Quem precisar descer a serra na manhã desta terça-feira, 11, deve ter paciência. A viagem para o Rio de Janeiro, entre outras, ficará mais demorada por causa de interrupções no tráfego no quilômetro 101,8, para ser feito o lançamento de vigas e pré-lajes da estrutura do alargamento da ponte sobre o Rio Bananal, próximo a entrada de Guapimirim.
De acordo com a Concessionária Rio-Teresópolis, que administra a rodovia, a intervenção está prevista acontecer entre 8h e 12h, com tráfego fluindo em sistema de pare e siga e interdição total das pistas por um período estimado entre 15 e 20 minutos, programada apenas para o momento de retirada da carreta dos elementos estruturais utilizados na obra.
Em nota, a CRT solicita aos motoristas para que programem sua passagem pelo local fora dos horários de interdição a fim de evitarem retenções. “Equipes da concessionária estarão nos locais das intervenções para orientação dos usuários e, tão logo estas estejam concluídas, os trechos serão liberados”, diz trecho da nota divulgado à imprensa.
Além da Rio-Teresópolis, os motoristas devem ter atenção redobrada em outras rodovias. Após a tragédia de 12 de janeiro, não foram só os bairros que ficaram em estado precário: Os principais acessos do nosso município às cidades vizinhas também estão sofrendo com os resultados das chuvas de janeiro até hoje, quase nove meses depois. Na BR 495 (Teresópolis-Itaipava) ainda existem alguns pontos de retenção, assim como na RJ-130.
Na estrada que faz a ligação entre as cidades de Teresópolis e Nova Friburgo, há alguns pontos de deslizamento. No trecho da via em Teresópolis até Alto de Vieira, o motorista tem uma viagem tranqüila. Já nessa região, o condutor precisa ter atenção, porque em diversos pontos existe desmoronamento do asfaltamento por conta das chuvas.
Em nota, a CRT solicita aos motoristas para que programem sua passagem pelo local fora dos horários de interdição a fim de evitarem retenções. “Equipes da concessionária estarão nos locais das intervenções para orientação dos usuários e, tão logo estas estejam concluídas, os trechos serão liberados”, diz trecho da nota divulgado à imprensa.
Além da Rio-Teresópolis, os motoristas devem ter atenção redobrada em outras rodovias. Após a tragédia de 12 de janeiro, não foram só os bairros que ficaram em estado precário: Os principais acessos do nosso município às cidades vizinhas também estão sofrendo com os resultados das chuvas de janeiro até hoje, quase nove meses depois. Na BR 495 (Teresópolis-Itaipava) ainda existem alguns pontos de retenção, assim como na RJ-130.
Na estrada que faz a ligação entre as cidades de Teresópolis e Nova Friburgo, há alguns pontos de deslizamento. No trecho da via em Teresópolis até Alto de Vieira, o motorista tem uma viagem tranqüila. Já nessa região, o condutor precisa ter atenção, porque em diversos pontos existe desmoronamento do asfaltamento por conta das chuvas.
Mais adiante, sentido Friburgo, na localidade de Conquista, o motorista também precisa ter muita atenção já que também vai encontrar partes da estrada que cederam, mesma situação que pode ser encontrada em Córrego Dantas. Associado às más condições de conservação da via, quem precisa trafegar por esses trechos tem que lidar com a falta de sinalização e acostamento da RJ 130.
Com relação à BR 495, estrada que liga Itaipava a Teresópolis, de acordo com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito) atualmente, há obras em pelo menos dois pontos, com o trânsito funcionando no sistema pare e siga. Obras de reparo foram iniciadas em 2009, mas as intervenções tiveram um pequeno atraso em sua conclusão por conta das chuvas de 12 de janeiro, que provocaram a interdição de pontos da via.
Com relação à BR 495, estrada que liga Itaipava a Teresópolis, de acordo com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito) atualmente, há obras em pelo menos dois pontos, com o trânsito funcionando no sistema pare e siga. Obras de reparo foram iniciadas em 2009, mas as intervenções tiveram um pequeno atraso em sua conclusão por conta das chuvas de 12 de janeiro, que provocaram a interdição de pontos da via.
Quando acontece a interrupção do tráfego na BR-495, o acesso a Petrópolis fica extremamente difícil: Os motoristas são obrigados a passar por São José do Vale do Rio Preto ou pelo Rio de Janeiro, aumentando o tempo de viagem para mais do que o dobro.
Além das rodovias, quem chega a Teresópolis através da BR 116 e pega a Rua Wilhelme Christian Kleme, na Ermitage, também encontra dificuldades no acesso por conta da instalação da tubulação da rede de distribuição do gás natural em nossa cidade. Além disso, a via está em situação precária por conta da falta de obras de reparo, visto que existem diversos buracos, falta de sinalização e remendos em toda a extensão da rua, como mostrado em inúmeras matérias publicadas em O DIÁRIO.
Além das rodovias, quem chega a Teresópolis através da BR 116 e pega a Rua Wilhelme Christian Kleme, na Ermitage, também encontra dificuldades no acesso por conta da instalação da tubulação da rede de distribuição do gás natural em nossa cidade. Além disso, a via está em situação precária por conta da falta de obras de reparo, visto que existem diversos buracos, falta de sinalização e remendos em toda a extensão da rua, como mostrado em inúmeras matérias publicadas em O DIÁRIO.
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