INGRATIDÃO.No dicionário da Lingua Portuguesa
O ingrato esquece com muita facilidade… não as coisas ruins, mas esquece as coisas boas que fizeram por ele(ela).
O ingrato vive no “seu mundo”, busca apenas os seus próprios interesses. É um tipo de pessoa que se torna cega (cego) para o amor (e doação) de quem está ao lado.
Outra característica da personalidade do ingrato é a desobediência que leva a Mas não é apenas a educação, a “etiqueta”, o “protocolo”, o “ser formal”, que gera a gratidão. A gratidão tem que partir do nosso coração, e não apenas ser da boca para fora.
INGRATIDÃO na Bíblia Sagrada (Êxodo 14: 11-12)
"Disseram a Moisés: Será, por não haver sepulcros no Egito, que nos tiraste de lá, para que morramos neste deserto? Por que nos trataste assim, fazendo-nos sair do Egito? Não é isso o que te dissemos no Egito: deixa-nos, para que sirvamos os egípcios? Pois melhor nos fora servir aos egípcios do que morrermos no deserto.
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Essa palavra atualmente em Nova Friburgo, virou base da vida de muita gente. Em favor do egoísmo e do querer ser melhor, as boas ações são facilmente esquecidas.
Infelizmente a tragédia de 12 de janeiro, parece que não serviu para nada. Deus no deu o sinal e baseado no que aconteceu com nossa cidade e por isso, a população deve repensar seus atos, suas atitudes, suas decisões.
A pior INGRATIDÃO é saber que entre colegas de trabalho há gente que deveria dar bons exemplos e mostra totalmente ao contrario.
O que aconteceu com a professora Marilia Chermont, semana passada tem que servir de reflexão geral para todos nós. Aos 70 anos, com 32 de trabalho somente numa das grandes instituições de ensino de Nova Friburgo a professora outrora adorada, venerada e acima de tudo querida dentro da Faculdade de Filosofia santa Doroteia foi demitida da maneira mais estupida possível, sendo inclusive proibida de entrar na sala dos professores, se despedir dos coelgas, tocar nos diários e tudo mais.
Uma atitude triste, lamentável, com uma pessoa que dedicou uma vida inteira ao magistério e que até então era exemplo dentro da própria faculdade.
Um total desamor com contra uma pessoa idosa, com uma excelente folha de serviços prestados à educação, mulher, mãe e mestra exemplar e de total dedicação.
Nem mesmo um cão sarnento ou um vira latas qualquer merece essa forma de tratamento, como aconteceu com a professora Marilia Chemont, no ato de sua demissão.
Uma demissão mal explicada, provocada por uma aluna não tão brilhante, que não tem nada de maravilhoso para apresentar, não serve de exemplo e prejudicando a trajetória daquela que outrora foi, ainda é e será sempre, exemplo para toda um geração.
A professora Marilia Chermont, filha de familia tradicional em Nova Friburgo pode estar certa que sua missão foi cumprida. A dignidade de seu trabalho como educadora jamais será manchada por uma atitude infeliz de uma direção que não soube ouvir os dois lados.
Quem conhece a professora Marilia Chermont sabe do seu potencial, seu caráter ilibado, amor verdadeiro a uma profissão das mais nobres e que infelizmente, ultimamente vem sendo desvalorizada por alunos que usam a sala de aula para distilar seus recalques e vaidades acima do normal.
O desrespeito de dirigentes como os da FFSD que se contradizem por causa do dinheiro que podem deixar de ganhar se a aluna deixar a escola, certamente dará margem para que outros alunos tomem o mesmo caminho e saiam por aí derrubando mais professores e até mesmo diretores.
É uma pena que uma instituição tão bela como a FFSD chegue ao ponto de exacerbar e coloque na rua uma pessoa como a professora Marilia Chermont. Por isso o MANCHETE DA HORA é solidário à grande mestra, porque como a mensagem do Livro do Êxodo que escolhemos acima: "melhor nos fora servir aos egípcios do que morrermos no deserto".
A professora Marilia Chermont não vai morrer no deserto, porque a solidariedade que é peculiar nesta cidade, fatalmente vai leva-la para outra institução ainda melhor quanto a que ela acaba de deixar.
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