Ronaldinho: Novo acadêmico? Que brincadeira sem graça
A Academia Brasileira de Letras, acaba de conferir a outorga da medalha Machado de Assis ao jogador do Atlético Mineiro, Ronaldinho Gaucho. É inacreditável que a casa fundada por Machado de Assis, confira a maior comenda da mais alta distinção em inteligência a uma pessoa nunca escreveu um livro.
A Academia Brasileira de Letras, acaba de conferir a outorga da medalha Machado de Assis ao jogador do Atlético Mineiro, Ronaldinho Gaucho. É inacreditável que a casa fundada por Machado de Assis, confira a maior comenda da mais alta distinção em inteligência a uma pessoa nunca escreveu um livro.
Aí perguntamos: Quantos
livros Ronaldinho Gaucho escreveu? Quanto a quais livros ele leu?
No mínimo essa atitude dos
40 acadêmicos da mais importante asa de cultura do país, deve ser uma
brincadeira. Imagine um jogador de futebol recebendo uma comenda destinada a
cientistas, estudiosos, catedráticos e etc.
É uma piada de mau gosto,
principal mente porque o homenageado não é exemplo para ninguém, não é tão bom jogador assim, é pagodeiro da
noite, não respeita seus vizinhos de condomínio e promove noitadas de pagode a
noite toda, impede o sossego público entre outros problemas.
É desanimador e dá vontade
de rasgar o diploma, desistir de tudo e ir vender picolé na praia. O pior
é que a comenda foi oferecida pelo
relevantes serviços prestados à seleção brasileira de futebol.
Que Brasil é esse? Será que
este é o país que nós queremos? Até que ponto a cultura brasileira vai ser
relegada a segundo plano e exposta a decisões ridículas como esta?

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