O
prefeito Rogério Cabral enviou à Câmara Municipal projeto para criação do Grupo
Tático da Guarda Municipal – o GTAM – que foi aprovado na quinta-feira, 6 de
junho, por 20 votos a favor e um contrário. A Lei Complementar 72 já está na
Procuradoria Geral da Prefeitura e deve ser sancionada nesta semana pelo
prefeito. Essa lei é uma indicação legislativa do presidente da Câmara Márcio
Damázio.
O
Grupo Tático Municipal ficará subordinado ao comando da Guarda Municipal e à
Secretaria Municipal de Ordem Urbana. O GTAM atuará de forma diferenciada em
relação a outras unidades já existentes na Guarda Municipal, com metodologia
preventiva contra ocorrência de dano ao patrimônio público.
Será
de responsabilidade desse grupo rondas ostensivas nas imediações de escolas, de
prédios municipais, praças, parques, hospitais, creches, maternidades e centros
de saúde da família; apoio para a resolução dos problemas surgidos de imediato,
como tumultos, situações de emergência, pequenos delitos, prevenção e combate
às drogas, calamidade pública e no auxílio à população, minimizando, desta
forma, os índices de insegurança.
O
treinamento dos 18 guardas que integram a GTAM foi em São Lourenço, no início
de junho. O curso foi feito pelo instrutor Rodrigo Neves, que foi do grupo
tático do sistema penitenciário do Estado do Espírito Santo, pelo comandante
Ronald Pereira, da Guarda Municipal, e por representantes do Exército e Marinha
Nacional, Grupamento de Bombeiros Militar, Cruz Vermelha e Polícia Militar.
De
acordo com o cel. José Alberto Marques, secretário de Ordem Urbana, o Grupo
Tático Municipal recebeu treinamento para uso de equipamentos da guarda, de
sobrevivência na selva, operações especiais, busca e captura em floresta, entre
outros. “Esses guardas estão aptos a atuar junto à Defesa Civil e Cruz Vermelha
em relação a acidentes naturais, a auxiliar o trânsito e a própria PM na busca
de pessoas desaparecidas”, afirmou.
“
A busca da qualificação para o efetivo é meta principal”, afirmou o comandante
da Guarda Municipal, Ronald Cláudio Pereira. “É para levantar a autoestima e
promover o companheirismo na corporação, que é composta por guardas municipais
como em qualquer outra guarda no Brasil”, disse.
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