25 de julho de 2013

Medo de novos deslizamentos não é o único problema


Com o saldo de sete óbitos na tragédia (sendo seis na Rua General Andrade Neves e um na Rua Luiz Mateus Garcia), 16 deslizamentos e 71 imóveis interditados, pode-se dizer que o número de mortes só não foi maior porque muitos moradores deixaram suas casas a tempo. No entanto, a questão das encostas não é a única que aflige quem reside na Vilage.

O fato de funcionar no bairro o campus de uma universidade particular ocasiona outra dor de cabeça. “O que muitos alunos e professores fazem é uma falta de respeito. Estacionam veículos em locais irregulares, fazem fila dupla e, em alguns casos, param até mesmo na frente de garagens. Infelizmente não há fiscalização”, diz uma moradora, que cobra maior rigor da Autarquia Municipal de Trânsito.

Mesmo tendo seu número de moradores reduzido nos últimos anos, o comércio da Vilage continua em pleno funcionamento. Quem mora na localidade tem ao alcance diversos pontos comerciais como padaria, açougue, armazéns, oficinas, posto de gasolina, além da proximidade do centro de Nova Friburgo. Ano após ano, a população vai virando uma triste página da história do bairro e buscando escrever novos capitulos 

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