8 de julho de 2013

Vem pra rua.

Vem pra rua? Durante pouco mais de 10 dias esta frase oi ouvida em voz uníssona em todo Brasil, principalmente Nova Friburgo, que do interior do Estado do Rio de Janeiro, deu o maior exemplo de cidadania e foi a cidade que colocou o maior número de pessoas numa manifestação que partiu da praça Dermeval Barbosa Moreira em direção ao Palácio Barão de Nova Friburgo (sede do governo Municipal) com pouco mais de 7 mil pessoas
Pode ser que estamos enganados, mas o movimento está bastante reduzido depois que a seleção brasileira conquistou a Copa das Confederações. O número de manifestantes é bem menor do que aquele que começou o movimento.
         Aparentemente, a impressão que se tem é que os jovens ficaram sozinhos, principalmente porque a mídia friburguense, também não deu mais ênfase aos reclamos daquele povão que reivindicava, transporte público, saúde, punição envolvidos no escândalo do dinheiro da tragédia de 2011, decência dos político s tudo mais.
         Evidentemente que não queremos transformar Nova Friburgo nu segundo Cairo, onde o povo foi para as ruas, provocou o impeachement do presidente leito por este mesmo povo e os militares tomaram o poder novamente. O exemplo do Egito não serve para ninguém.
         Mas é preciso reagir, retornar para as ruas, reorganizar o movimento, exigir a audiência pública prometida e cobrar as autoridades soluções para os problemas que este povo tanto necessita.
         É hora de aproveitar o  vigor físico, as idéias renovadoras, o esforço conjunto que aquele grupo de jovens iniciou e que não pode cair no esquecimento, principalmente porque a cada dia vemos erros, mentiras, atitudes erradas no comando da cidade.

         Não estamos com isso, insuflando a baderna, pelo contrário, somos contra a qualquer tipo de violência, mas o movimento reivindicatório é previsto na Constituição da República e somente através dele, nossa cidade voltará a ser nova. Os nosso direitos tem que se garantidos, mas a falta de humanidade, a imoralidade, a fome, o desemprego, o caos da saúde, o abandono dos menores, tem que ser energicamente combatidos e é dever do município garantir-lhes o direito a vida.

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