Mais de 50%
dos brasileiros adultos têm sobrepeso -- já é uma epidemia. Entre as causas,
estão as bebidas açucaradas de pouco valor nutritivo, como a Coca-Cola.
A campanha
mais recente da empresa afirma que uma garrafa tem 123 calorias de “energia
positiva” - e foi proibida em dois países, o México e Reino Unido, condenada
como propaganda enganosa.
Agora, um
grupo ligado à saúde pública e direito do consumidor quer a proibição também no
Brasil, alegando que eles passam informações erradas ao consumidor.
Veja o
abaixo-assinado pedindo a interferência imediata do Procon e do Conar no caso.
E pedindo a proibição da propaganda aqui.
"Não
podemos permitir que a Coca-Cola continue veiculando um comercial com
informações erradas sobre o consumo e o gasto de calorias", diz a Frente
pela Regulação da Publicidade de Alimentos, um grupo formado por profissionais
de saúde, pesquisadores e organizações que defendem a saúde pública.
"A
Coca-Cola é responsável por introduzir no mercado produtos com altas taxas de
açúcar, sódio e pouco nutritivos, que contribuem para o aumento da obesidade,
diabetes e outros problemas de saúde", diz a campanha. Enquanto a
população engorda dramaticamente, eles continuam tentando "associar a
imagem da sua marca a pessoas saudáveis e exercícios físicos".
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