7 de fevereiro de 2014

Edifício na Cristina Ziede continua abandonado

FOTOS LEONARDO LIMA 


A tragédia climática completou três anos no último dia 12 de janeiro, mas isso é um mero detalhe, pois o panorama visual da cidade é de obras inacabadas por todos os lados, inclusive, no centro da cidade. Exemplo disso é o resto do edifício que caiu na Rua Cristina Ziede, transversal à Rua Augusto Spinelli, em frente à antiga Mitra Diocesana.

Logo após a catástrofe foi feita a limpeza do local, mas os restos do edifício continuam lá, sem reforma, enfeiando o centro da cidade e, até agora, nenhum destino foi dado para o prédio que, segundo dizem os moradores dos arredores, não está seguro, tendo em vista que sua estrutura foi atingida pela queda de 2011.

Um pouco mais na frente, onde estavam as casas que foram soterradas, o panorama é o mesmo: o retrato da destruição. Muito se falou que o local seria transformado em um jardim como um marco zero da tragédia, mas dois prefeitos passaram pelo palácio Barão de Nova Friburgo e nada fizeram para isso. O atual, Rogério Cabral, não deve conhecer o local, porque nunca foi lá nem para visitar.

Em frente ao edifício, outro aspecto horrível: restos de construção de casas que caíram e não foram reconstruídas e estão lá servindo de abrigo para desocupados. E isso porque a iluminação precária da rua é um aperitivo para aqueles que gostam de praticar atos ilícitos.


Outro detalhe. Cadê a Autran? Durante todo o tempo em que a reportagem  esteve no local, notou carros de passeio estacionados em frente a uma placa que indica, justamente, que é proibido estacionar ali. A imagem não mente e a fiscalização, mais uma vez, está em falta.

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