Agricultor é aquele
que trabalha na agricultura. O termo fazendeiro (português brasileiro) ou
lavrador (português europeu) se aplica ao proprietário de terras rurais onde,
normalmente, é praticada a agricultura, a pecuária ou ambos.
A palavra agricultura
vem do latim agricultūra, composta por ager (campo, território) e cultūra
(cultivo), no sentido estrito de cultivo do solo. Em português, a palavra agricultura
manteve este sentido estrito e refere-se exclusivamente ao cultivo dos campos,
ou seja, relaciona-se à produção de vegetais
Porque todo esse preâmbulo?
É simples. Apenas para explicar que a imprensa friburguense é a imprensa brasileira com o maior número de agricultores, do Brasil. São inúmeros plantadores, proprietários de colheitas e plantio de noticias falsas.
Nunca na história de
Nova Friburgo se plantou e colheu tanta notícia falsa como nos últimos 45 dias,
por conta de uma campanha eleitoral de baixíssimo nível e bastante inchada com aspirantes
ao jornalismo e mentes desocupadas.
É uma pena. Muito
triste, porque neo jornalistas que acabaram de se formar, estudantes que ainda
não obtiveram o diploma ou não tem registro profissional, usam todo tipo de
acesso ao alcance, principalmente as redes sociais para inflamar ainda mais uma
campanha que tinha tudo para ser uma disputa sadia de candidatos a vereador e,
notadamente a Prefeito da cidade.
Talvez até por culpa
dos candidatos e presidentes de partidos, que se calam, permitem o erro, vêem os
absurdos que estamos presenciando, seja em comícios, programas de rádio e
televisão, jornais, etc.
Uma tremenda falta de
compromisso com a verdade e desprezo a ética profissional, que deveria permear
todo trabalho de informação.
Somos de um tempo em
que a imprensa friburguense era respeitada a nível internacional e seus
integrantes recebiam prêmios por matérias bem feitas, textos bem elaborados,
noticias fundamentadas na veracidade dos fatos.
Somos de um tempo em
que mesmo envolvidos em campanhas políticas, aderindo a agremiações
partidárias, os colegas de imprensa primavam, acima de tudo pelo amor a
profissão, amizade aos colegas e respeito aos postulantes aos cargos políticos.
Temos saudades de
nomes de jornalistas que mesmo abraçando a causa de um candidato ou partido
mantinham a alegria do trabalho sério como: Luiz Pinel Neto, Reginaldo Miranda,
Paulo Santos, Jeferson Pinheiro, Elizete Moraes, Girlan Miranda, Dilson Ferraz,
Eni Câmara, Ricardo Leone, Coracy
Flores, Humberto Paiva Xavier, Elizabeth Branco Guimarães, Robson
Perrut, Neir Vieira de Mello, Luiz Alberto Rodrigues (Didico), Maria Feliciana
Rimes (Aninha), Mario Castilho Junior,
Astrogildo Milagres, Ludmilla Vasconceloos Billio, Fernando Reis, Marcelo
Merecci, Marciano Assunção, Ezídio Barroso, Roberto Mereccy (Mr Byron), e muitos outros.
Quem viveu esta época
de ouro da imprensa local e ainda está entre nós, com certeza tem saudades dos
momentos prazerosos; dos encontros de confraternização; os dias de eleição e
final de votação, onde um procurava ajudar o outro; as campanhas políticas que
mesmo em lados opostos todos havia amizade e acima de tudo, porque são passageiros
do mesmo barco, caminhando pelo mesmo objetivo.
Enfim, sem querer
desmerecer o agricultor que é um trabalhador sério, ocupa uma profissão nobre,
a verdade é que nossa imprensa está bastante inchada de plantadores de notícias
falsas.
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