Eram 21h50 quando a Imperatriz de Olaria entrou na avenida para
abrir o desfile das escolas de samba, revivendo
a colonização de Nova Friburgo. O nervosismo dos diretores e sambistas
era nítido, pois abrir um desfile é muita responsabilidade, mas a escola de
Olaria entrou animadíssima. Antes uma homenagem póstuma aos mestre sala Edvar,
falecido prematuramente no meio do ano passado.
Assim que pisou a passarela, deu para perceber os1.600
componentes mostraram o samba no pé e o vozeirão do intérprete Kaisso comandando o samba de
João Paulo, Marquinhos Mello, Raony Lima, Fabrício Corujão, e Fabinho Ribeiro.
Nas alegorias a representação das colônias que construíram a
história de nossa cidade, e as cores vermelha e branca, brilharam nas vestes
lindíssimas do mestre sala Ronaldinho e a porta bandeira Neide, representando a
invasão suíça.
Mestre Fred deu o tom nos 150 ritmistas da bateria que sustentou
a harmonia da escola do princípio ao fim e o enredo “ Viver é abrir portas A
saga da imaginação colonizadora de Nova Friburgo”.
Destaque para Wellington vieira que mesmo com o pé quebrado, comandou a coreografia da
comissão de frente em toda extensão da avenida, e as dores sentidas, foram substituídas
por muita alegria e satisfação de poder mostrar seu trabalho
Com 1h06 de desfile a
escola olariense retratou dignamente a fundação de Nova Friburgo com muito
brilho, cor, dinamismo e nobreza.
FOTOS JOSÉ DUARTE
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