E a cerveja tomou conta da passarela do samba no desfile da
Unidos da Saudade que em 1h08 mostrou toda história egípcia, da fabricação da
cerveja, num belíssimo desfile que trouxe 1.200 componentes cheio de amor e
paixão com muita garra e paixão cantando o sangue da avenida, retribuído pela
torcida.
Tudo já começou na comissão de frente coreografada pelo
friburguense Oyama, que desfilou na espera na Pérola Negra em São Paulo, e
mesmo com o cansaço ele representou muito
bem o Heloceno a idade do homem.
Anderson Paes mostrou todo seu talento no samba dos compositores
Deigre Silva (que desfilou na Acadêmicos do Cubando e ganhou o estardarte de
ouro do grupo de Acesso do Rio) Guto, Leandro
Ian, Rafael de Caxias, Vilmar de Lima e Rodrigo Pires e foi atrapalhado pelo
som que oscilou três vezes durante a passagem a escola.
Com uma série e inovações rítmicas Mestre Vandinho trouxe a
bateria Treme Terra, e os 120 ritmistas corresponderam rigorosamente com o
pensamento do mestre.
As alegorias mostraram de forma bastante real a evolução do
homem, a revolução agrícola e os primitivos campos de grãos, no primeiro carro;
já nos segundo carro a Saudade a cerveja do antigo Egito; no terceiro : a lenda
do dragão medieval; no quarto a imperial fábrica de cerveja e o quinto a e
último o botequim da folia.
Se por um lado Fabinho e Cassiane deram um show de bailado como
primeiro casal de mestre sala e porta bandeira; Douglas e Renata não fizeram
por menos e a emoção do presidente Piter
e sua mãe puxando a escola e a empolgação do diretor de carnaval Robson Poubel,
foi outro motivo de emoção.
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