4 de março de 2014

A cerveja tomou conta do desfile da Saudade

E a cerveja tomou conta da passarela do samba no desfile da Unidos da Saudade que em 1h08 mostrou toda história egípcia, da fabricação da cerveja, num belíssimo desfile que trouxe 1.200 componentes cheio de amor e paixão com muita garra e paixão cantando o sangue da avenida, retribuído pela torcida.

Tudo já começou na comissão de frente coreografada pelo friburguense Oyama, que desfilou na espera na Pérola Negra em São Paulo, e mesmo com o cansaço ele representou  muito bem o Heloceno a idade do homem.

Anderson Paes mostrou todo seu talento no samba dos compositores Deigre Silva (que desfilou na Acadêmicos do Cubando e ganhou o estardarte de ouro do grupo de Acesso do Rio)  Guto, Leandro Ian, Rafael de Caxias, Vilmar de Lima e Rodrigo Pires e foi atrapalhado pelo som que oscilou três vezes durante a passagem a escola.

Com uma série e inovações rítmicas Mestre Vandinho trouxe a bateria Treme Terra, e os 120 ritmistas corresponderam rigorosamente com o pensamento do mestre.

As alegorias mostraram de forma bastante real a evolução do homem, a revolução agrícola e os primitivos campos de grãos, no primeiro carro; já nos segundo carro a Saudade a cerveja do antigo Egito; no terceiro : a lenda do dragão medieval; no quarto a imperial fábrica de cerveja e o quinto a e último o botequim da folia.

Se por um lado Fabinho e Cassiane deram um show de bailado como primeiro casal de mestre sala e porta bandeira; Douglas e Renata não fizeram por menos  e a emoção do presidente Piter e sua mãe puxando a escola e a empolgação do diretor de carnaval Robson Poubel, foi outro motivo de emoção.

E o carro incendiado  recuperado em 10 dias, foi a maior prova que a Saudade é uma escola de garra, tradição e tem tudo para conquistar seu 20° título


































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