Ainda na concentração a Vilage no
Samba, foi anunciada pelo Diretor de Carnaval Jeferson Lima que com um discurso
contundente criticou a falta de organização da estrutura do carnaval,
principalmente a falta de arquibancada para o povo, e os ganhadores de títulos
antes do desfile começar.
Só lamentamos a falta do tradicional
caderno com o enredo da escola que não foi distribuído para a imprensa, que
segundo um diretor o documento foi somente para os jurados, o que prejudica o
trabalho da imprensa.
Mas mesmo assim, o enredo Rosas Negras, representando as mulheres que
construíram o Brasil foi brilhantemente desenvolvido e o show de luzes, cor,
alegria, efeitos especiais foi o ponto alto do desfile da verde e branco
friburguense, com a água, símbolo a escola, emitindo sons anunciando a chegada
da escola.
A imigração dos negros, a escravidão,
as mães de leite, o misticismo das pretas velhas veio representado nos
carros alegóricos, da mesma forma que a Rosa negra, protegida por uma guarda de
mulheres lindas.
Apresentado por um dos maiores destaques da escola, Julio Santos, trouxe
o segundo casal de mestre sala e porta bandeira
Bruno e Érica, mas, Betão e
Alessandra, (1° casal da escola), exibiram o bailado essencial que já garantiu
nota máxima em vários carnavais da escola.
Detalhe interessante, o casal completou 15 anos de Vilage no Samba e
deram tudo de si para justificar esse amor pela escola.
Oceano de dor e saudade, mostrado em várias, foi um prêmio para o
carnavalesco Leandro Barbosa que demonstrando seu semblante de cansaço no
início de desfile, conseguiu influenciar todo mundo que estava ao seu lado com
seu canto vibrante.
Importado do Rio de Janeiro o intérprete Nego, substituiu Monstrinho que
desfilou na Grande Rio, e foi auxiliado pelos cantores: Nego Roger, Junior
Gomes, Fabinho, Glauber e Jefinho Fumaça.
As paradinhas rápidas da bateria Furiosa da Serra, sob o comando do
mestre Riquinho foi uma das surpresas da Vilage na avenida.
:

Nenhum comentário:
Postar um comentário