10 de março de 2014

Prefeitura autoriza aumento da passagem e povo não aprova


Apesar de toda divulgação da mídia, prefeitura e a própria FAOL, semana passada sobre o aumento das passagens de ônibus que começaram a vigorar domingo passado, muita gente não prestou atenção e foi apanhada de surpresa na manhã de domingo e esta segunda-feira, ocorrendo até, pequenos transtornos em  alguns coletivos da empresa.

O valor da passagem passou de R$ 2.80 para R$ 2.95. O trabalhador pagará para ir e voltar ao trabalho R$ 5.90, já aqueles que costumam almoçar em casa terão que desembolsar diariamente R$ 11.80

O aumento de R$ 0,15 representa 5,2% e, segundo a Prefeitura Municipal, o reajuste é menor do que a inflação.  A Friburgo Auto Ônibus (FAOL) chegou a sugerir que o valor da passagem fosse R$ 3,20, mas a prefeitura não autorizou.

Com o aumento da tarifa, a Faol se comprometeu a adquirir 30 ônibus novos e instalar câmeras de segurança em toda a frota no prazo máximo de seis meses. Os novos veículos já foram comprados e estão expostos em frente à prefeitura desde sexta-feira, 7. Os ônibus começarão a circular nos próximos dias, assim que forem emplacados pelo Detran. O investimento da empresa foi de aproximadamente R$ 9 milhões.

No ano  passado, a empresa também colocou em circulação 50 ônibus novos e outros 25 semi-novos. A média de idade dos ônibus que era de 11,7 anos em 2012 caiu para menos de três anos. A renovação da frota foi uma das condições impostas pela prefeitura nas negociações para o equilíbrio econômico-financeiro estabelecido no contrato de concessão.

Foram R$ 9 milhões de investimento da empresa, com a aquisição dos 30 ônibus, e com isso, Nova Friburgo passa a ter uma das frotas de transporte público mais nova do país, garantindo, assim, mais conforto e segurança para os usuários. A média de idade dos ônibus que era de 11,7 anos em 2012 despencou para menos de três anos.

A reportagem ouviu no final de semana 100 pessoas e o resultado foi o seguinte:
62%: não gostaram do aumento
19%: alegaram ter dificuldade financeira no orçamento familiar
11%: consideraram abuso

08%:  não quiseram opinar

Nenhum comentário: